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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

"A Regressão" - Memórias de um Assassinato [Chamada do Livro]


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               Chamada trailer do livro "A Regressão" - Memórias de um Assassinato de Gabriel de Aquino.


           O livro "A Regressão" - Memórias de um Assassinato, é um romance de ficção, que traz a história de um personagem (Daniel), perturbado por pesadelos constantes com uma mulher misteriosa. 

            Obcecado por respostas, Daniel procura a ajuda de um psiquiatra especialista em regressão de memória, a fim de desvendar o seu passado. 

         A cada regressão de memória, é desvendado um trecho sobre uma vida passada a qual desconhecia. Porém, ao invés de solucionar o seu intrínseco passado, mais dúvidas são levantadas. 

        Coincidentemente, após iniciar a terapia de regressão de memória, um psicopata faz ameaças de morte a Daniel e sua família. Ele não estará seguro em lugar algum.

           "A Regressão" - Memórias de um Assassinato, é thriller de ação e suspense que irá tirar o seu sono. 


            Confira o site: 








Compartilhe o vídeo e peça o seu e-book de 

"A Regressão" - Memórias de um Assassinato, pelo e- mail:


gabrielworksinc@hotmail.com

domingo, 16 de setembro de 2018

"Juguetes" - Banda Pachamamé [Argentina]



    No destaque, a música "Juguetes" do grupo argentino Pachamamé.




       Nesta semana Farroupilha, comemorada no Rio Grande do Sul, trago um dos estilos que influenciou alguns ritimos tradicionais gaúchos, com o grupo Pachamamé, de Córdoba na Argentina. 

       O chamamé, que no Rio Grande do Sul é em geral mais rápido, aqui ele é mais lento, lembrando a mistura da trova e do próprio chamamé. A cultura gaúcha nasce dessas mesclagens da cultura Argentina e Uruguaia. O chamamé mais lento como este, é encontrado em Goias. Mas, mesmo assim, conseguimos perceber as semelhanças com a música gaúcha. 

        A letra de "Juguetes" é muito triste e trata de um saudosismo de um tempo de coisas simples, contrapondo-se a uma infância pobre. Porém, a letra mostra a criatividade infantil, com seus brinquedos e mundos imaginários. "Uma boneca sem braço pode fazer parte da mesma história de um dinossauro". Essa é a criatividade infantil, que se não tolida, irá se tornar uma ferramenta criativa. No fim da letra, quando o cantante ganha o seu violão, ele conta esta história através de sua música. 

       Uma bela letra, harmonizada com excelência e muito bem gravada. Esta é a música de Franco com letra de Claudio Díaz e interpretada por Lucio Carnicer. 








       O nome do grupo vêm da mistura das palavras "Pacha-mama" (Mãe terra para os povos do norte da Argentina) e "Chamamé" dos povos do litoral Argentino (Chaco, Corrientes e Misiones), parte dos integrantes do grupo provém do Norte e outra do Litoral.

       A música do grupo é basicamente dessas regiões, mas está incorporando outros ritmos latinos no repertório, como Huayno, Cuarteto, Cumbia, etc.
      Atualmente o grupo interpreta músicas populares, mas aos poucos está introduzindo o trabalho próprio, como a música "Juguetes".



Integrantes do Pachamamé



Claudio Díaz: Sax alto, flauta transversal e backing vocal.
Posadas Misiones

Franco Rivero: Violão principal, e backing vocal
Salta
Lucio Carnicer: 2º violão e voz principal
Romang Santa Fé

Sebastián Cañari: Sanfona
San Salvador de Jujuy
Alejandro Ramirez: Percução
Córdoba.

Todos moram atualmente na cidade de Córdoba.










Curtam e compartilhem o trabalho do grupo "Pachamamé". 




     

domingo, 9 de setembro de 2018

Puddles Pity Paty - America's Got Talent



            No destaque, um vídeo gravado em 2017, sobre a performance de Puddles Pity Party no Amerca's Got Talent.


             Nesta semana, trago aos amigos e amigas do blog, Puddles Pity Party. Como este blog já mostrou muitos artistas de vários cantos do mundo, Argentina, Africa do Sul, entre outros países, desta vez gostaria de compartilhar com todos o talento deste triste palhaço dos Estados Unidos da América.

             A primeira vez que o vi, foi através das postagens do Postmodern Jukebox, interpretando a música "Royals". O projeto Postmodern Jukebox apresenta músicos de jazz reinterpretando músicas do pop atuais. Pra quem não conhece o projeto, recomendo a assistir tudo que há por lá ( https://www.youtube.com/user/ScottBradleeLovesYa ). Ou siga a página no facebook, para que receba periódicamente as postagens do projeto ( https://www.facebook.com/postmodernjukebox ).

            Retornando ao palhaço Puddle Pity Paty.

           Mike Geier, da banda Kingsized, interpreta uma versão triste (Sad Clown style) de um palhaço que me remete a fatores muito além da personagem.
         
           O palhaço não fala. Ele apenas se comunica por poucos gestos e não tem uma única fala. Sua interação com o público é inteiramente feita por mímicas, passando a sua mensagem. Porém, quando canta, emociona a platéia. O palhaço triste e introvertido, vai de uma modesta interação a uma explosão de emoção em poucos minutos, devido ao talento incomparável de Big Mike Geier.

           Puddles Pity Patry emociona, pois vai além do teatro, além da música, além da voz. Sua interpretação nos remete ao "diferente". Ele nos remete aos nossos julgamentos. Ele nos joga na cara o nosso preconceito. Pois, ao entrar no palco, não esperamos nada dele. Afinal, o que esperar de um palhaço triste? Ele com certeza é diferente dos outros palhaços que são alegres e nos fazem rir. Então que diabos um palhaço triste veio fazer no mundo, onde a sua única função é fazer as pessoas rirem? E é quando começa a cantar, que ele choca as pessoas.  Pois, não se espera tamanho talento vocal em um palhaço.  Com isso, Puddles Pity Paty nos faz rir e chorar em sua apresentação. É como ver uma criança com síndrome de down em seu mundo inatingível, se comunicar através de seu talento oculto. É como ver aquela pessoa sem uma mão, que toca uma guitarra incrível. É como ver uma pessoa sem os membros vivendo a vida plenamente. É como ver Johnatha Bastos ( https://www.youtube.com/user/johnathabastos ) tocar piano e guitarra. É como ver Emmanuel Kelly ( https://www.youtube.com/watch?v=h6TvIDFzQXY ) cantando "Imagine" de John Lennon. É como assistir a uma palestra de Nick Vujicic https://www.youtube.com/watch?v=36fw7v4ufX4 ). Todos exemplos de superação, de talento e que nos mostram o quão pequeno são os nossos problemas. E é isso que vejo no personagem Puddles Pity Paty, de forma lúdica, mostrando-nos o quão resistentes somos ao "diferente", aos que não se enquadram em nossos conceitos. Resumindo: Joga na nossa cara o nosso preconceito. 
       
           
    Acesse o site oficial do palhaço Puddles Pity Paty:






Um pouquinho sobre o homem por trás do personagem:

         Mike Geier (nascido em 12 de março de 1964), conhecido como Big Mike Geier, é um cantor, artista e líder da banda Kingsized, com sede em Atlanta, Geórgia, USA. Atuando como Puddles Pity Party, de Palhaços, Geier aparece em vídeos do YouTube desde 2013, incluindo alguns com a Postmodern Jukebox de Scott Bradlee.


         Geier nasceu na Filadélfia, Pensilvânia, Estados Unidos, sendo o quinto dos sete filhos de "Big Oz" e Peg Geier. Ele diz que "cresceu em uma casa cheia de gigantes", com seus dois irmãos e quatro irmãs, todos crescendo a pelo menos 6 pés (1,83 m) de altura. Geier mede 2,03 m de altura. Ele cresceu em Richmond, Virginia. Vivendo e baseado em Atlanta desde 1995, Geier é casado com seu sócio Shannon Newton.

         No início dos anos 90, Geier liderou uma banda de turnê "Swing Noir", The Useless Playboys, antes de se estabelecer em Atlanta em 1995. 

         Como Puddles Pity Party, Geier usa um distintivo traje de palhaço branco. Ele tem uma voz de barítono e canta principalmente covers de músicas. Puddles tem uma personalidade deprimida e se abstém de falar no palco ou dar entrevistas. Puddles Pity Party foi apresentado na turnê de 2010 do Aqua Teen Hunger Force

          Em 2011, Geier apareceu regularmente no Manderley Bar, no show imersivo de teatro de Nova York, Sleep No More. Em 2012, ele se mudou para Seattle para participar de um cabaré de estilo europeu, o Teatro ZinZanni.

     Em outubro de 2013, Geier gravou um cover de "Royals" de Lorde com Postmodern Jukebox no YouTube. Em agosto de 2018, o vídeo recebeu mais de 24 milhões de visualizações. 

        Desde 2014, Geier excursionou pelo mundo, fazendo shows nos Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica e Austrália. Em 27 de setembro de 2014, sua performance ao vivo de "Hallelujah", de Leonard Cohen, no Regency Ballroom, em San Francisco, foi filmada pelo diretor Gary Yost. Em agosto de 2018, o vídeo no YouTube havia recebido mais de 6,4 milhões de visualizações. 

           Em 2017, Geier, como Puddles, participou da 12ª temporada da série America's Got Talent. Ele avançou para as quartas de final no Dolby Theatre, onde realizou sua versão de "Royals" e recebeu um "X" de Simon Cowell. Ele foi finalmente eliminado na noite seguinte.



     Destaco vídeo pelo qual conheci Puddles Pity Paty, com a música "Royals".
                





         Outro vídeo que destaco, é este vídeo amador em que ele parece estar em uma cafeteria e emociona a quem está no estabelecimento comercial.





            Há inúmeros trabalhos de Puddles no yutube, seja em seu canal oficial, ou em canais de fãs do palhaço. Basta procurar e passar o dia assistindo este triste, talentoso e amado palhaço. 

Youtube Puddles Pity Paty oficial: https://www.youtube.com/user/PuddlesPityParty


Curta a página no facebook e receba as novidades: 

https://www.facebook.com/puddlespityparty






domingo, 2 de setembro de 2018

Clipe "Ame a Solidão" - Distintivo Blue


           
              Clipe da música "Ame a Solidão" da banda de blues de Vitória da Conquista-BA, Distintivo Blue.


           A banda Distintivo Blue traz um trabalho country e blues de raiz bem bacana. Ouvindo a música, bateu até uma vontade de colocar um LP do Raul Seixas e do Belchior na vitrola e curtir essa pegada. 


          A música tem uma qualidade de gravação muito bem feita. Baixo e bateria fazem a cozinha pras guitarras e voz ficarem soltas na harmonia, como tem de ser um belo blues. 


          O vídeo clipe ficou excelente. Ele é simples e traz a simplicidade nas captações, casando perfeitamente com o som. Afinal, o blues é uma música de raíz e tem de sentir a pureza do som. Realmente um belo trabalho da galera da Distintivo Blue


       
        Curtam a página da Distintivo Blue e fiquem ligados nas novidades: 




Distintivo Blue: 

Malforea - Voz e Violão
Rodrigo Bispo - Baixo e Contrabaixo
Nephitali Bitencourt - Bateria



        Ame a Solidão foi gravada originalmente em 2015 no álbum "Todos os Dias" no Mídia-S Studio e produzida por Malforea



Clipe: 

Direção de Fotografia - Filipe Sobral
Direção e Montagem - Diego Eleuterio Batista
Assistente de Finalização - Priscila Amaral
Produção - Distintivo Blue e Diego Eleuterio
Participações Especiais: Lavus Bittencourt;  Naiane Nunes;  Rômulo Fonseca



 








domingo, 19 de agosto de 2018

"Think" Aretha Franklin -cover



              Regravação de um dos clássicos gravados por Aretha Franklin, "THINK".


            Aretha Franklin, a rainha do soul, faleceu em 16 de agosto de 2018, após lutar por 8 anos contra um câncer. 


             Como  homenagem a esta cantora que influenciou  o soul, R&B e gospel por gerações, no vídeo em destaque, está o trabalho do estúdio Barone, com este projeto dos clássicos da música, onde a cantora Luisa Hackett, faz uma bela interpretação de "Think"









    Confira este e outros trabalhos da Barone Produções:

                      https://www.youtube.com/channel/UCMgib0MRFr_ifyoJTj6-tbg





Vocal: Luisa Hackett
Backings: Maria Diniz, Paulinho Campos e Tina Pappon
Piano: Patricia Marques
Sax: Hugo Hori
Trompete: Regis 16 Toneladas
Trombone: Tiquinho do Trombone
Guitarra: Marco Barone
Baixo: Ricardo Chen
Bateria: Marco Barone
Imagens: Marco Barone e Giovanna Marques
Produção Musical: Marco Barone



Confira uma das apresentações de Aretha Franklin, mais emocionantes: 




R.I.P. Aretha


domingo, 5 de agosto de 2018

The Color of Soul - Rafael Crow



                  No destaque, Rafael Crow com a música The Color of Soul.


            Estreando no blog Gabriel Works Inc., Rafael Crow é um porto-alegrense talentoso, que encanta pela qualidade de sua guitarra. 

              Como é de praxe, sempre falo um pouco sobre o trabalho, influências, etc, do músico, ou banda que estreia no blog, para que as pessoas conheçam mais e mais os músicos que por qui passam. 

             Rafael Crow é de Porto Alegre/RS. Começou a tocar guitarra por influência dos nomes homônimos como: Elvis Presley, Chuck Berry e Deep Purple. Passando a gostar de Heavy Metal, bandas como Iron Maiden, Angra, Metallica e Testament, serviram de inspiração para o músico entrar de cabeça no som pesado. Ao conhecer a banda Pantera, sua concepção de sonoridade e influência mudaram completamente. Entretanto, paralelamente a estas influências, manteve seu gosto pela música instrumental. A música "Lost Dream" da banda Hangar, foi uma das grandes motivações de Rafael para o estudo de guitarra, sendo Cristiano Wortmann, mesmo que indiretamente, responsável pela sua formação como guitarrista. 
               
            Após passar por muitas bandas nos estilos Gótico, Heavy, Death e Thrash Metal, Rafael se destacou com a banda Insurgent, a qual fez parte por 1 ano. Após, o guitarrista resolveu colocar em práticas suas ideias e gravou a música "Whispers of the Wind" ( https://www.youtube.com/watch?v=Par0ldTdPro&feature=youtu.be ). Esta música contou com a produção de Luciano Albo, conhecido pela banda Tenente Cascavel, com produção do clipe pelo Studio 336


                 Siga Rafael Crow no Facebook e fique ligado nas novidades:



          A música The Color of Soul, composta por Rafael Crow, conta com produção, mixagem e masterização assinada por Renato Osório. Produção e direção de clipe ficou por conta de Robson Lacerda. O clipe ainda conta com participações especiais de Léo Nunes na guitarra (Scelerata e Rising State); e Lucas Queiroz no baixo.

  
             The Color of Soul tem uma construção equilibrada. A variação dos timbres da guitarra de Rafael Crow chamam a atenção. Iniciando com um ritimo em captação defasada, logo entra o peso das guitarras muito encorpadas. O peso do baixo e a bateria ditam a dinâmica da música. Com riffs precisos e marcantes, a música ganha vida nos solos envoltos em uma técnica muito apurada. Passando por bends e harmônicos artificiais, Rafael esbanja técnica chegando a aclamada técnica two hands. Mas não para por aí. A música ainda tem um momento sublime, com uma harmonia e solo adocicados. Em seguida, a música retorna com a sua dinâmica hard com fraseados de velocidade. Assim, resumo esta excelente música, onde há pelo menos 3 momentos importantes. 


                 


                Curta e compartilhe o trabalho de Rafael Crow



Instacrow: 

rafaelcrowofficial


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https://www.youtube.com/channel/UCLH7YZ-jfOGeLklus_6KTNQ