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domingo, 5 de outubro de 2014

"Dream Theater" no Pepsi on Stage em Porto Alegre



No final desta matéria tem a promoção - "EU QUERO ASSISTIR O VÍDEO EXCLUSIVO" - Siga as instruções e tenha acesso ao vídeo de abertura do show e mais a primeira música ao vivo no "Pepsi on Stage" - (The Enemy Inside).
              
                       
             Dream Theater
é a banda de Heavy Metal Progressivo de maior nome mundial. A banda é conhecida por sua perfeição, tanto nas gravações, quanto ao vivo.
               Nos shows, a banda se destaca pelo trabalho musical impecável e pelo espetáculo pirotécnico de tirar o fôlego em todos os lugares por onde passaram. E esta não é a primeira passagem da banda em solo gaúcho. Até mesmo James Labrie (vocalista), ficou na dúvida em quantas vezes os "monstros" do progressivo se apresentaram em Porto Alegre. Perguntando ao público se esta seria a segunda, ou terceira vez, foi respondido imediatamente em gestos com os dedos, que seria esta a terceira apresentação em solo gaúcho. Para risos do vocalista.


              Mas, vamos começar pelo início do show, afim de compreender a magia que envolve a maior banda de heavy progressivo de todos os tempos.
              30 de setembro de 2014, às 22:00 horas estava marcado o início da apoteose de luz, vídeo e som da banda nova-iorquina. Mas, o espetáculo inicia com um músico fenomenal, Guga Munhoz de Porto Alegre, que foi convidado para abrir o show da banda.





    
              Guga Munhoz foi selecionado para a difícil missão de abrir um show memorável e entreter um público mais do que exigente. Tarefa difícil até mesmo para os melhores do mundo. Mas, Guga entra em cena e encanta com a música de sua autoria "New Dreams". Com uma postura que lembra o mestre da guitarra Joe Satriani, Guga esbanjou carisma e mostrou um trabalho impecável. Mesmo a "técnica" tendo esquecido de colocar a alavanca em sua Ibanez, Guga tocou magicamente. Logo em seguida, foi solucionado o problema da alavanca e Guga mostrou mais técnicas avançadas de guitarra, utilizando o acessório. Encerrada a primeira música, Guga se apresenta ao público e mostra-se um gênio da guitarra, e cativa o público com sua humildade e carisma. Não demora muito pra ele arrebatar o público que entra em êxtase com a música "Is This Love" do "Whitesnake", numa versão instrumental feita por Guga. A qualidade sonora que foi para o público nas caixas de frente, mostraram um timbre excelente nas mesclagens entre efeitos e distorções.
               Guga Munhoz encerrou sua apresentação, com a música "Pretender" da banda "Foo Fighters". Ovacionado pelo público mais exigente do mundo da música, Guga se despediu do público e agradeceu a oportunidade que a banda estadunidense lhe deu.

               


              Após a saída de Guga Munhoz do palco, James Labrie entra em cena e avisa que será 3 horas de espetáculo, para delírio do público.
              O espetáculo começa 10 minutos antes do previsto, com um show de imagens na cortina que serviu de telão. As imagens no telão, eram animações das capas dos discos de estúdio da banda, tendo como trilha de fundo, a música “False Awakening Suite”. O vídeo apresentado, fez com que os fãs relembrassem, de forma cronológica, todos os discos da banda, e as animações eram um espetáculo a parte. Enquanto apareciam as capas dos álbuns o público vibrava. Mas foi quando apareceu a capa do "divisor de águas" da banda, "Metropolis Pt2 - Scenes From a Memory", que o público foi à loucura, gritando e assobiando. - Sem dúvida é o disco preferido da maioria dos amantes da banda. - Quando o vídeo chega na última capa da discografia (Disco que leva o nome da banda Dream Theater), a cortina cai e lá está a banda e todo seu poderio técnico, iniciando imediatamente o show com a música “The Enemy Inside”, com o clipe da música passando no telão ao fundo do palco, mesclando com imagens ao vivo da banda.
               Toda a banda DT estava impecável. John Petrucci arrebatando a galera com sua guitarra de 7 cordas, John Myung perfeito no baixo de 6 cordas, Jordan Rudess em uma performance de palco invejável. Ora mostrando as possibilidades de seu suporte de teclado articulado, que inclinava e girava 180º para ambos os lados, ora com seu Keytar (teclado que possui uma correia e se toca como se fosse uma guitarra) bastante diferente, lembrando uma cabeça de bode, ou algo similar. A performance carismática de James Labrie, com seus agudos estridentes, empolgava a todos. Muitas vezes, James orquestrava o público e comandava de cima do palco a galera, que respondia a todos os comandos do cantor. James parecia um imperador e seus súditos o aclamavam a cada interação. O novo baterista,  Mike Mangini, mostrou o porquê é o escolhido para substituir Mike Portnoy. Sua bateria imensa, contava com 4 bumbos e uma infinidade de pratos e tons.  Mike Mangini, segurou nas baquetas as músicas novas, bem como os clássicos do DT que todos amam, numa atuação performática de excelência. 




              A banda desfilou com as mais diversas músicas, como "Trail of Tears” do disco - “Falling Into Infinitty”, - "Enigma Inside", “Along For The Ride” e “Breaking All Illusions”. Todas com um nível perfeito de execução. A iluminação e as imagens no telão, fundiam-se à música tornando-se uma obra complexa em movimento.
             Mais de uma hora de show depois, a banda faz uma pausa que duraria 15 minutos. Momento em que as pessoas poderiam relaxar com uma boa cerveja e conversar com os amigos acerca do show, enquanto aguardavam o fim do tão merecido descanso dos guerreiros.
              Durante o breaking, foi exibido no telão comerciais fictícios de bonecos, tipo playmobil, com as características dos integrantes da banda. Também teve o comercial do "band-aid Jordan Rudess". Ainda teve vídeos dos fãs tocando músicas do DT em situações engraçadas. Como o cara que montou uma bateria com galões plásticos. Coisas absurdas que fãs fazem, mas que divertiram a todos no Pepsi on Stage.
             A banda retorna ao palco com todo o gás. Abrem a segunda parte do espetáculo com a música “The Mirror”, clássico do álbum "Awake" que levantou a galera. Tocaram diversas músicas deste disco pesado e cheio de técnica. Neste momento revival, o DT tocou “Lie”, “Lifting Shadows Off a Dream”, “Scarred” e “Space-Dye Vest", músicas mais que conhecidas do público. - "Eu, particularmente, conheci o Dream Theater com este álbum, e foi amor a primeira ouvida, me obrigando a comprar os discos anteriores e os que viriam depois. Um verdadeiro vício." - O DT finaliza este bloco de clássicos com uma música do recente cd Dream Theater, intitulada “Illumination Theory”.
             



     
               

                  Considerada a 3ª e última parte do espetáculo, porém desta vez sem pausa, o telão inicia uma contagem regressiva de 2014 à 1928, explodindo em som e luz a entrada da parte Metropolis Pt 2 do espetáculo. Esse é o momento em que eclode a clássica “Overture 1928”, que se não fosse o som extremamente alto, teria sido abafado pelos gritos do público. A multidão estava ensandecida neste momento e nem parecia que já havia passado mais de 2 horas de espetáculo. Afinal, era este o momento mais esperado, as músicas pelas quais todos os gaúchos e gaúchas que estavam ali, esperaram ansiosos.
                   “Strange Déjà-Vu” é a próxima música, neste momento todos estavam enfeitiçados pelos mentores do heavy progressivo. Todos cantavam as letras como se fosse um hino, como se fosse um juramento à bandeira. Era o clímax do espetáculo e ninguém deixou de participar deste momento, seja cantando as letras a todo pulmão, seja tocando "air-guitar", ou "air-drums". Nem mesmo os seguranças do Pepsi on Stage ficaram imparciais, se obrigando a virar para o palco e contemplar o melhor show de suas vidas. O público em êxtase e a equipe de seguranças sem acreditar no que estava assistindo, sem acreditar naquele estado de transe do público cúmplice da maior banda do heavy progressivo de todos os tempos.
                     Na sequência, com as músicas “The Dance of Eternity” e “Finally Free”, o transe continuava e o público tinha a certeza de que estava na presença dos "Deuses do Metal". Nada mais importava. O mundo poderia acabar naquele dia, pois todos ali tinham a certeza que a morte não é o fim. Como aquele público sabia disso? Os fãs já ouviram as palavras do mestre James Labrie na música "The Spirit Carries On" - numa tradução livre: "O Espírito Continua"  - e mesmo que o DT não tenha tocado esta canção, ficou a sensação dela no ar e a certeza de sua letra:



"Se eu morresse amanhã
Eu estaria bem
Porque eu acredito
Que após nós morrermos
  O espírito continua"

- Dream Theater -





Encerrando a matéria, deixo um vídeo super bacana do final do show, com as músicas “Overture 1928” e   “Strange Déjà-Vu”. Um momento mágico no Pepsi on Stage:





             Não perca a promoção exclusiva do blog Gabriel Works Inc. que presenteia os fãs da banda nova-iorquina Dream Theater, com o vídeo da abertura do show, no momento das imagens “False Awakening Suite” (animação das capas dos discos da banda) e mais a primeira música do show “The Enemy Inside” completa.

             Acesse o link e saiba como participar desta promoção exclusiva:




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